Cecilia Marins , Arte & Informação

Cecilia Marins é quadrinista, ilustradora e jornalista.


É autora da reportagem em HQ Parque das Luzes, que conta histórias de mulheres em situação de prostituição no parque mais antigo de São Paulo. Foi uma das ilustradoras do AmarElo, documentário do Emicida para a Netflix, indicado a um Emmy Internacional. 


Junto com uma equipe de três países, ajudou a levar o jornalismo em quadrinhos brasileiro pra fora com a reportagem Favela vs. COVID-19, uma colaboração com o portal polonês Outride que venceu o prêmio de melhor reportagem de saúde do International Center For Journalists.


Nos seus trabalhos, alia o olhar afiado do jornalismo com cores vivas e a linguagem universal dos quadrinhos. Adora quadrinhos tristes e comida apimentada.


Já colaborou com Netflix, GNT, Intrínseca, Natura, Veja SP, Cláudia, a Tribuna, TV Gazeta, Catraca Livre.

Prêmios


Emmy Internacional, Best Arts Programming – Indicação por "AmarElo – É Tudo Pra Ontem".


• Best COVID-19 Science and Health Reporting in English, International Center For Journalists (+)


Menção Honrosa no 1° Prêmio Sul-Americano de Quadrinhos pela reportagem em HQ Amarras, com lançamento previsto para o fim de 2022.


32° Troféu HQMIX na categoria "Evento", uma das organizadoras do evento de 2019.



Eventos & Debates


• Convidada – FIQ 2022

"Combatendo fake news com nanquim: quadrinhos e jornalismo" (x)

Com Carol Ito, Pablito Aguiar e Helô D'Angelo. Mediação de Duke


"Entrevistas e aventuras: o processo de produção de quadrinhos reportagem" (x)

Mediadora do bate-papo com Carol Ito e Pablito Aguiar.


• Perifacon 2022

• CCXP Worlds 2021

• POC Con 2021

• CCXP Worlds 2020


• Jornalismo em Quadrinhos – 1° Butantã Gibicon, 2019


Com Helô D’Angelo e Carol Ito. Mediação de Luiza Vilela


• QuarentenaCon, 2020 (+)


Desenho ao Vivo + Conversa com Marcus Beck



Próximos Projetos


• "Amarras", reportagem em quadrinhos sobre o mundo da prática do BDSM no Brasil – Lançamento na CCXP 2022


• “Três Estações”, HQ que trata sobre primeiras experiências, LGBTfobia, culpa e religião propondo uma questão: Se você tivesse 15 minutos com Deus, o que diria? – Sem previsão de lançamento